Túmulos famosos

O túmulo da  menina Laizinha

Um túmulo no início da Quadra 6 chama atenção por suas dimensões reduzidas. As inscrições da placa, indicam que Laizinha nasceu em 9 de agosto de 1921 e faleceu em 11 de janeiro de 1922. A criança habitava a Fazenda da Pedra Branca e bateu a cabeça ao sofrer uma queda. Nem os esforços de Irmã Rita e Doutor Oswaldo Campos do Amaral foram suficientes para salvá-la. Em sua exumação, 30 anos depois, o corpo estava incorrupto. Enterrada às margens do cemitério, foi trazida para este local e o túmulo erigido pela "Casa de Oração Estrela de Ogum".

Túmulo da menina Laizinha, morta em 1922, chama a atenção de quem passa pela Quadra 6.
Túmulo da menina Laizinha, morta em 1922, chama a atenção de quem passa pela Quadra 6.

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Querida Laizinha. Eternas saudades de seu pais e irmãos.
Querida Laizinha. Eternas saudades de seu pais e irmãos.

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Exumada trinta anos depois de sua morte, seu corpo permanecia incorrupto.
Exumada trinta anos depois de sua morte, seu corpo permanecia incorrupto.

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Túmulo da menina Laizinha, morta em 1922, chama a atenção de quem passa pela Quadra 6.
Túmulo da menina Laizinha, morta em 1922, chama a atenção de quem passa pela Quadra 6.

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Túmulo do Embaixador Bilac Pinto

Neste túmulo está sepultado o político e embaixador, Olavo Bilac Pinto. Nascido em Santa Rita do Sapucaí no ano de 1908, tornou-se Presidente da Câmara dos Deputados, Embaixador do Brasil na França e Ministro do Supremo Tribunal Federal. Como homem público, foi eleito Deputado Estadual em 1935, tendo sido cassado pelo Golpe de 1937. Eleito Deputado Federal por diversas legislaturas, permaneceu no cargo de 1951 a 1966. Faleceu em Brasília no ano de 1985.

Bilac, Carlos Lacerda, Dona Sinhá e autoridades locais
Bilac, Carlos Lacerda, Dona Sinhá e autoridades locais

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Jornal local de 1925 retrata o futuro embaixador Bilac Pinto
Jornal local de 1925 retrata o futuro embaixador Bilac Pinto

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Bilac, Carlos Lacerda, Dona Sinhá e autoridades locais
Bilac, Carlos Lacerda, Dona Sinhá e autoridades locais

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O melhor amigo de Chico Dorico

Com passos curtos, costas arqueadas e vestes desgastadas, Chico Dorico puxava uma carrocinha, sempre acompanhado de seu cãozinho. Com a morte de seu dono, o animalzinho passou a esperar pela abertura dos portões do cemitério e permanecia no recinto até que o último funcionário fosse embora. Muito debilitado, perambulou por entre os túmulos, até a sua morte. Alguns calculavam que animalzinho tivesse cerca de 15 anos quando faleceu. Outros comentavam que ele nunca mais foi o mesmo desde que perdeu o amigo. Ninguém duvidava, entretanto, de sua devoção por Chico Dorico.

O cãozinho de Chico Dorico permaneceu sobre o túmulo do dono até sua morte
O cãozinho de Chico Dorico permaneceu sobre o túmulo do dono até sua morte

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O cãozinho de Chico Dorico permaneceu sobre o túmulo do dono até sua morte
O cãozinho de Chico Dorico permaneceu sobre o túmulo do dono até sua morte

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O túmulo do Bispo Dom Vaz

Nascido em 26 de agosto de 1928 em Ouro Preto, Dom José Carlos de Lima Vaz SJ foi um grande benfeitor de nossa cidade. Ordenado sacerdote em 1957, o jesuíta empreendeu importantes obras enquanto foi diretor da ETE FMC, entre 1963 e 1973. Sua chegada aconteceu em um momento em que a escola passava por grandes dificuldades e os Jesuítas questionavam se conseguiriam seguir sem a participação de Sinhá Moreira. Grande parte das obras empreendidas na Escola de Eletrônica foram chefiadas por este líder que voltou a Santa Rita para viver seus últimos dias.

Dom Vaz
Dom Vaz

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Dom Vaz realiza obras na ETE FMC
Dom Vaz realiza obras na ETE FMC

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Padre Vaz e o então prefeito, Professor Teixeira, inauguram cenro esportivo da ETE FMC
Padre Vaz e o então prefeito, Professor Teixeira, inauguram cenro esportivo da ETE FMC

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Dom Vaz
Dom Vaz

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